O interior da Cura

Trabalhei no ministério de cura interior da minha igreja por 7 anos. Já li tantos livros sobre o assunto e sobre casos relatados que perdi a conta. Ainda os leio.
Fiz cursos, participei de uma dezena de congressos e seminários. Experiência no assunto é que não me falta. Vi e vivi coisas maravilhosas, participei do crescimento de muitas mulheres de Deus. Foi realmente um tempo muito intenso.
Mas uma coisa é ministrar cura interior aos outros; outra bem diferente é aplicar tudo o que se sabe a nós mesmas. Aí o bicho pega!
Lidar com emoções é algo bem difícil. É trabalhoso, tenso, complexo. Vez por outra me pego lidando com sentimentos que saíram sei lá de onde, de um baú no sótão talvez. Por que eles não ficam lá?
Se esses monstrengos pelo menos se referissem somente a nós…era mais fácil. Mas sempre tem um “piolho-pegado” (uma das expressões de meio pai), sempre tem a ver com um terceiro. Que coisa chata!!!
Daí, além de termos que resolver a nossa questão, ainda temos que tratar com mais alguém…que ta bem pertinho…óbvio…pra quê facilitar?
Eu tenho descoberto que a cura das nossas pendengas nunca acaba. E pior: tem monstrengo que teima em ficar no baú!! Haja paciência.
Mas não tem jeito mesmo. Então…
Atenção sótão!! To indo aí, hein?

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