Diretamente do litoral sul…ainda…

Aff…ainda na praia…se eu quisesse mesmo estar aqui provavelmente não poderia…mas como gostaria de estar em Porto Alegre…Não tem muito o que fazer aqui…na real não tem nada! Eu não me importo muito em ficar “sozinha” (meu filho está comigo mas não é aquela companhia toda…), tem a cachorra…só que tb não tenho o que fazer, sem internet (essa lan house é um desastre), a Tv só pega Globo (vixe!) ou outras coisas tb ruins, a praia ta bem vazia, não tem ninguém pra bater um papinho…é dose.
Como eu já sabia que seria assim, comprei o livro “A Cabana” para ler aqui…já fazia um tempinho que queria comprar e ler…que decepção.
Achei BEM ruinzinho mesmo. Olha, respeitando quem gostou da obra, vou traçar meus humildes comentários:
Acho de um mau gosto atroz um cara inventar (é ficção não é?) uma estória tão terrível de uma família, com a riqueza de detalhes sórdidos e cruéis que esse carinha criou…um fato desse tipo, qdo real, é capaz de fazer contorcer as entranhas de qq um. É o pior pesadelo de qualquer mãe ou pai…inventar algo assim pra que? Achei de lamentável mesmo.
Daí ele vai por um caminho ao meu sentir bastante bizarro, com a Trindade aparecendo em formas, no mínimo, esquisitas.
A mãe da menina morta deveria ser canonizada no fim do livro (não tive estômago pra chegar até lá) pq ela NUNCA culpou o pai e o casal seguiu o casamento, coisa que em quase 100% dos casos reais de morte nessas condições, não acontece…geralmente a família se desintegra, cristã ou não. Outra ficção de um homem bem “criativo”.
A cartinha é de doer!
Os diálogos do personagem com a Trindade…cansam…vamos combinar: será que alguém agiria assim? Enfim…não gostei de nada ali…ou quase nada. Pro pessoal que amou o livro: ok…essa é a minha opinião pessoal. Achei ruim. Ponto. Decepção TOTAL.
De qq forma, esse tempo aqui sozinha está me servindo pra pensar (confesso que bateu aquela deprê, mas a medicação ajuda), tomar algumas decisões, constatar alguns erros, chorar um pouco…um pouco mais, resolver o que quero e o que não quero esse ano novo (tem mais coisas que não quero do que coisas que eu quero…incrível), não é fácil…
Mas vamos indo. Espero que eu consiga chegar mais longe esse ano nas minhas questões, que são muitas. E enquanto espero o dia da grande “volta” vou tomando meu mate e escutando uma musiquinha…e segue o baile!!
Nos falamos ainda essa semana, quem sabe diretamente da Capital do Rio Grande do Sul?!?! I hope!!
Bjos.

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