Tic tac…Tic tac…

Não conheço nada mais imparcial do que o tempo. Não importa a idade, o sexo, classe social, raça, se é rico ou pobre, o tempo passa da mesma forma para todos. E não adianta tentar driblá-lo com um "elástico" (quem conhece futebol entende o que digo), dar uma pedalada ao modo Robinho, chamar o Pitanguy, nada vai adiantar. O tempo é inexorável.
Poderíamos dizer até que ele é meio comunista: todos devem ter sua porção igual. Mas alguns protestariam dizendo que uns vivem mais que outros. E é verdade; mas o tempo, em si mesmo, é igual para todos.
Haveria uma possibilidade de darmos uma curva nele, discutindo com Einstein sua Teoria da Relatividade Geral. Afinal, se viajássemos à velocidade da luz o tempo passaria mais lentamente em relação a quem ficasse parado. Mas como isso é (ainda) impossível seria um argumento inócuo.
Temos o péssimo hábito de valorizar o que é novo, o que não sofreu ainda os efeitos da passagem deste quase "inimigo público". Principalmente quando se trata de pessoas. Os jovens são melhores que os velhos.
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