Batalhas internas.

Todo mundo um dia já viu um filme, ou leu um livro sobre guerra. E sempre tem os mocinhos e os bandidos nestes episódios. E podemos saber quem é quem logo no início.  Mas nem sempre é assim na vida real. Podemos travar batalhas contra nós mesmos, internas ou até bem visíveis. E aí, quem é o mocinho e quem o bandido? Ou quem sabe no trabalho, em casa, com os amigos, surgem verdadeiras guerras, podem ser de opiniões completamente divergentes, temperamentos, conceitos, onde queremos que nossa posição seja a que prevalece. Acho que a pior batalha ou guerra, dependendo da intensidade e do tamanho, é a que travamos em nossa mente. Ás vezes nossos cérebros conspiram contra nós, pelo passado, por experiências ruins, coisas que ouvimos, ou que não ouvimos, tanta coisa pode interferir na gerência da nossa vida! Uma escolha mal feita, baseada em pseudo verdades que aprendemos ao longo dos anos, podem causar danos tão grandes…podendo até nos fazer perder a guerra. Quem são os personagens dessa guerra interna? Eu acredito que são o EU verdadeiro, aquilo que sou de verdade, o que nasci para ser, contra um outro EU que foi criado para sobreviver às intempéries que o mundo apresentou. Pra mim, que acredito em Deus e em Jesus Cristo, o Eu verdadeiro é aquilo que a bíblia diz a nosso respeito. O mocinho. O outro Eu é uma ficção, um papel, uma máscara que se veste para poder viver com alguma sanidade mental. Esse pode ser bem bandido mesmo. E esses dois personagens travam uma batalha dentro da mente. Quem vence esse tipo de guerra, quem é o bandido e quem é o mocinho? Eu creio que vai depender da escolha que fazemos em no quê acreditar. Não me agrada muito a ideia de confiar em impressões guardadas na memória. Podemos ser traídos por ela. Quando crianças podemos passar por coisas que jamais deveriam acontecer, mas acontecem, infelizmente. Elas deixam marcas, cicatrizes. Sem falar nas interpretações que fazemos sobre os fatos, que podem estar completamente distorcidas. Algumas condicionam toda a vida adulta. Por isso eu escolho acreditar no que Deus diz a meu respeito. Porque Ele tem pensamentos de paz e pode fazer com que todas as coisas cooperem para o meu bem, se eu o amar. E como não amar a Deus? É Ele quem nos escolhe, nos ama, nos chama pelo nosso nome e diz que somos seus filhos. Por isso, mesmo que possamos perder algumas batalhas na vida, certamente ganharemos a guerra se entregarmos a vida a Ele. Deus é vida. Fora Dele não há vida, não a de verdade. É teatro, pode ser legal, interessante, divertido, mas ainda sim é teatro, um faz de conta. Posso parecer um tanto “carola”, mas pelo menos posso dizer que estou vivendo de verdade!

Abraços.

 

 

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